sábado, 21 de setembro de 2013
Viagem Missionária Janauacá
The Peace of Christ,
I'm posting this video with a missionary purpose, where we left Manaus to the community that sits on Lake Janauacá which in turn is in the Solimões River and is 150 km from Manaus, being a 3-hour trip by speedboat or 8 hours in normal boat.
I am part of the ministry of the Assemblies of God of Madureira, and we were in a group of 30 people to help Pastor Santos who is the pastor of the church in this community. But the region is very large, and is reason to feel the heart in helping'm trying to get the feature to get a boat alumímio for 8 (a boat 5 meters) and with a 40 Hp engine with an average cost of U.S. $ 7000.00, this boat really help and evangelistic work in the region and would support the work of the wife of Pastor Santos who is a nurse ... region is very poor ... where mostly people live only fishing and subsistence farming.
My contact email is marciocirilo72@gmail.com.
Many churches are in big cities ... but few have the courage to obey the IDE JESUS for his work in places where the simple act of going to a bakery is impossible .... reflect contribute.
Pastor Marcio Cirilo
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
A ATUALIDADE DOS CONSELHOS PAULINOS / The CURRENCY OF ADVICE PAULINE / La MONEDA DE ASESORAMIENTO PAULINO / La monnaie de CONSEILS PAULINE / 建議伍貨幣 / Die Währung des Ratschläge PAULINE / ВАЛЮТА совет PAULINE / Die geldeenheid van ADVIES PAULINE
A ATUALIDADE DOS CONSELHOS PAULINOS
Texto de Referência: Filipenses 3.1-10
INTRODUÇÃO
No capítulo três de sua carta aos Filipenses, Paulo continua revelando preocupação a respeito dos "maus obreiros". Estes se aproveitavam de sua ausência para introduzir falsas doutrinas na igreja. A fim de precavê-la, por três vezes o apóstolo diz: "guardai-vos" (Filipenses 3.2). Nesta lição, veremos que Paulo também não deixou de exortar os filipenses a que, mesmo diante das adversidades, se alegrassem no Senhor (Filipenses 3.1), pois a alegria do Senhor é a nossa força (Neemias 8.10).
SEGUNDO O ENSINO DO APÓSTOLO PAULO AOS FILIPENSES, O VERDADEIRO
CRISTÃO É DE FATO A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO, NÃO O COSTUME DO JUDAÍSMO. O APÓSTOLO USA TRÊS CONCEITOS PARA IDENTIFICAR TAIS CRISTÃOS:
1) Eram aqueles "que adoravam pelo Espírito de Deus". A palavra traduzida na NIV como "adoração" (latreuo) é usada na LXX [septuaginta] e no livro de Hebreus para se referir ao serviço dos sacerdotes no templo (Êxodo 23.25; Deuteronômio 6.12; Hebreus 8.5; 10.2). A palavra é também usada em Romanos 12.1, onde Paulo incita seus ouvintes a oferecerem seus corpos a Deus como sacrifício, bem como um "ato de adoração espiritual". Paulo continua a encorajar os cristãos romanos a permitirem que suas mentes sejam renovadas e suas vidas capacitadas pelo poder do Espírito, exercitando seus dons para servirem uns aos outros (Romanos 12.2-8).
2) Os cristãos filipenses não deveriam ter como orgulho quaisquer sinais físicos que demonstrassem sua condição de comunhão, porém, antes, deveriam orgulhar-se em Cristo e na sua obra. Não deveriam depositar a sua confiança em regra e rituais respeitados ou valorizados por aqueles que viviam sob a lei Mosaica. O motivo de orgulho do cristão nunca deveria consistir em ser irrepreensível com respeito aos mandamentos da lei (Filipenses 3.4). A verdadeira circuncisão é formada por aqueles que colocam sua fé somente em Cristo, e que têm nEle seus motivos de orgulho.
Texto de Referência: Filipenses 3.1-10
INTRODUÇÃO
No capítulo três de sua carta aos Filipenses, Paulo continua revelando preocupação a respeito dos "maus obreiros". Estes se aproveitavam de sua ausência para introduzir falsas doutrinas na igreja. A fim de precavê-la, por três vezes o apóstolo diz: "guardai-vos" (Filipenses 3.2). Nesta lição, veremos que Paulo também não deixou de exortar os filipenses a que, mesmo diante das adversidades, se alegrassem no Senhor (Filipenses 3.1), pois a alegria do Senhor é a nossa força (Neemias 8.10).
SEGUNDO O ENSINO DO APÓSTOLO PAULO AOS FILIPENSES, O VERDADEIRO
CRISTÃO É DE FATO A VERDADEIRA CIRCUNCISÃO, NÃO O COSTUME DO JUDAÍSMO. O APÓSTOLO USA TRÊS CONCEITOS PARA IDENTIFICAR TAIS CRISTÃOS:
1) Eram aqueles "que adoravam pelo Espírito de Deus". A palavra traduzida na NIV como "adoração" (latreuo) é usada na LXX [septuaginta] e no livro de Hebreus para se referir ao serviço dos sacerdotes no templo (Êxodo 23.25; Deuteronômio 6.12; Hebreus 8.5; 10.2). A palavra é também usada em Romanos 12.1, onde Paulo incita seus ouvintes a oferecerem seus corpos a Deus como sacrifício, bem como um "ato de adoração espiritual". Paulo continua a encorajar os cristãos romanos a permitirem que suas mentes sejam renovadas e suas vidas capacitadas pelo poder do Espírito, exercitando seus dons para servirem uns aos outros (Romanos 12.2-8).
2) Os cristãos filipenses não deveriam ter como orgulho quaisquer sinais físicos que demonstrassem sua condição de comunhão, porém, antes, deveriam orgulhar-se em Cristo e na sua obra. Não deveriam depositar a sua confiança em regra e rituais respeitados ou valorizados por aqueles que viviam sob a lei Mosaica. O motivo de orgulho do cristão nunca deveria consistir em ser irrepreensível com respeito aos mandamentos da lei (Filipenses 3.4). A verdadeira circuncisão é formada por aqueles que colocam sua fé somente em Cristo, e que têm nEle seus motivos de orgulho.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Comunhão dos Santos / Communion of Saints / Comunión de los Santos / Communion des Saints / 聖徒相通 / Gemeinschaft der Heiligen / Причастие Святых / Gemeenskap van die heiliges
Comunhão dos Santos
A igreja é uma comunidade que tem base na comunhão, pelo menos é o que deve ser. Essa comunhão decorre de uma experiência espiritual que se tem com Deus, conhecida como conversão.
Em comunhão com Deus somos instruídos à comunhão com os irmãos. Koinonia é a palavra grega que significa comunhão, dando o sentido também de participação, contribuição.
Koinonia é a palavra grega que significa comunhão, dando o sentido também de participação, contribuição. A ideia é a de partilhar ou compartilhar (sentimentos e coisas) com alguém.
A palavra generosidade é inspirada por esse vocábulo. Assim, a Igreja é um lugar onde se desenvolve a comunhão com todos os irmãos. Lugar onde assistem as pessoas generosas.
Esta palavra aparece no N. Testamento tal sua importância na vida da igreja.
Comunhão com as pessoas da Trindade – II Coríntios 13.13; Filipenses 2.1; I João 1.3
Comunhão no ajudar materialmente os necessitados – Romanos 15.26; II Coríntios 8.3,4; 9.6-13
Comunhão no espiritual: participação do cálice e do pão - I Coríntios 10.16,17
A Igreja apostólica é o exemplo bíblico de uma comunidade que vivenciou a koinonia:
1. Na celebração da Ceia Atos 2. 42,46
2. Na solidariedade Atos 2.44,45
3. Na alegria e no louvor Atos 2.46,47a
4. Na frequência à congregação Atos2. 46 a
5. Na comunicação da simpatia Atos 2.47a
A igreja é uma comunidade que tem base na comunhão, pelo menos é o que deve ser. Essa comunhão decorre de uma experiência espiritual que se tem com Deus, conhecida como conversão.
Em comunhão com Deus somos instruídos à comunhão com os irmãos. Koinonia é a palavra grega que significa comunhão, dando o sentido também de participação, contribuição.
Koinonia é a palavra grega que significa comunhão, dando o sentido também de participação, contribuição. A ideia é a de partilhar ou compartilhar (sentimentos e coisas) com alguém.
A palavra generosidade é inspirada por esse vocábulo. Assim, a Igreja é um lugar onde se desenvolve a comunhão com todos os irmãos. Lugar onde assistem as pessoas generosas.
Esta palavra aparece no N. Testamento tal sua importância na vida da igreja.
Comunhão com as pessoas da Trindade – II Coríntios 13.13; Filipenses 2.1; I João 1.3
Comunhão no ajudar materialmente os necessitados – Romanos 15.26; II Coríntios 8.3,4; 9.6-13
Comunhão no espiritual: participação do cálice e do pão - I Coríntios 10.16,17
A Igreja apostólica é o exemplo bíblico de uma comunidade que vivenciou a koinonia:
1. Na celebração da Ceia Atos 2. 42,46
2. Na solidariedade Atos 2.44,45
3. Na alegria e no louvor Atos 2.46,47a
4. Na frequência à congregação Atos2. 46 a
5. Na comunicação da simpatia Atos 2.47a
A inteligência espiritual / Spiritual intelligence / La inteligencia espiritual / L'intelligence spirituelle / 精神智商 / Spirituelle Intelligenz / Духовный разум / Geestelike intelligensie
A inteligência espiritual
Você já se arrependeu de alguma atitude, de alguma decisão, de algum comportamento, por não ter tido sabedoria?
Relembre situações em que no final você pensou: Eu precisava ter agido com mais sabedoria, especialmente com mais sabedoria espiritual.
O filósofo Cícero disse que a sabedoria era a princesa das virtudes. De fato nenhum de nós ao ler este desafio de Tiago de pedir sabedoria se exclui desta necessidade.
Todos nós precisamos de sabedoria para a usarmos em várias situações, como por exemplo no casamento, na criação dos filhos, nos estudos, no trabalho, na administração de nossas finanças e muito mais ainda para fazermos bem o trabalho de Deus.
Tiago transmite a nós uma preocupação de toda a Bíblia, pois esta fala muito de sabedoria. Salomão, o homem mais sábio de todos os tempos, por exemplo, fala desta sabedoria no livro de Provérbios aproximadamente umas 50 vezes. Este tema era para ele muito importante, pois recebera do próprio Deus uma sabedoria singular (1 Crônicas 1.11-12).
No entanto esta sabedoria citada por Tiago é distinta da sabedoria do homem. Certamente Tiago não está falando do QI de uma pessoa ou da capacidade de elaborar ideias ou alcançar resultados científicos, ou fazer boas provas, e ser notável entre os homens. Ele está falando de uma inteligência espiritual, que se abre primeiramente para aprender as coisas de Deus, que se deixa transformar pela operação de Deus em sua vida, que o prepara para ser um instrumento nas mãos de Deus, que faz com que o salvo tenha a mente de Cristo, tal qual nos instrui o Apóstolo Paulo:
1 Coríntios 2.16:
Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo.
Você já se arrependeu de alguma atitude, de alguma decisão, de algum comportamento, por não ter tido sabedoria?
Relembre situações em que no final você pensou: Eu precisava ter agido com mais sabedoria, especialmente com mais sabedoria espiritual.
O filósofo Cícero disse que a sabedoria era a princesa das virtudes. De fato nenhum de nós ao ler este desafio de Tiago de pedir sabedoria se exclui desta necessidade.
Todos nós precisamos de sabedoria para a usarmos em várias situações, como por exemplo no casamento, na criação dos filhos, nos estudos, no trabalho, na administração de nossas finanças e muito mais ainda para fazermos bem o trabalho de Deus.
Tiago transmite a nós uma preocupação de toda a Bíblia, pois esta fala muito de sabedoria. Salomão, o homem mais sábio de todos os tempos, por exemplo, fala desta sabedoria no livro de Provérbios aproximadamente umas 50 vezes. Este tema era para ele muito importante, pois recebera do próprio Deus uma sabedoria singular (1 Crônicas 1.11-12).
No entanto esta sabedoria citada por Tiago é distinta da sabedoria do homem. Certamente Tiago não está falando do QI de uma pessoa ou da capacidade de elaborar ideias ou alcançar resultados científicos, ou fazer boas provas, e ser notável entre os homens. Ele está falando de uma inteligência espiritual, que se abre primeiramente para aprender as coisas de Deus, que se deixa transformar pela operação de Deus em sua vida, que o prepara para ser um instrumento nas mãos de Deus, que faz com que o salvo tenha a mente de Cristo, tal qual nos instrui o Apóstolo Paulo:
1 Coríntios 2.16:
Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Oração: Uma forma de luta / Prayer : A form of struggle / Oración: Una forma de lucha / Prière: une forme de lutte / 禱告:鬥爭的一種形式 / Gebet: Eine Form des Kampfes / Молитва:форма борьбы / Gebed : 'n vorm van stryd
Oração: Uma forma de luta
1. Quando Moisés orou.
“Prostrei-me, pois, perante o SENHOR, e, quarenta dias e quarenta noites, estive prostrado; porquanto o SENHOR dissera que vos queria destruir.” (Deuteronômio 9.25).
Este texto reflete a intensidade com que Moisés precisou perseverar, lutar, mesmo, diante de Deus em oração. O que mostro é que a vida de oração, em grande intensidade, é a característica mais unânime na vida dos grandes servos e servas de Deus. Moisés foi, antes de tudo, um intercessor, a ponto de conseguir mudar os propósitos de Deus (cf. Êxodo 22.10-14). Foi, também, um lutador em oração; a luta de Israel contra Amaleque é uma ilustração disso: “Quando Moisés levantava a mão, Israel prevalecia; quando, porém, ele abaixava a mão, prevalecia Amaleque.” (Êxodo 17.11).
1. Quando Moisés orou.
“Prostrei-me, pois, perante o SENHOR, e, quarenta dias e quarenta noites, estive prostrado; porquanto o SENHOR dissera que vos queria destruir.” (Deuteronômio 9.25).
Este texto reflete a intensidade com que Moisés precisou perseverar, lutar, mesmo, diante de Deus em oração. O que mostro é que a vida de oração, em grande intensidade, é a característica mais unânime na vida dos grandes servos e servas de Deus. Moisés foi, antes de tudo, um intercessor, a ponto de conseguir mudar os propósitos de Deus (cf. Êxodo 22.10-14). Foi, também, um lutador em oração; a luta de Israel contra Amaleque é uma ilustração disso: “Quando Moisés levantava a mão, Israel prevalecia; quando, porém, ele abaixava a mão, prevalecia Amaleque.” (Êxodo 17.11).
Os ensinos de Jesus sobre a oração / Jesus' teaching on prayer / La enseñanza de Jesús sobre la oración / L'enseignement de Jésus sur la prière / 耶穌的教導祈禱 / Jesu Lehre über das Gebet / Учение Иисуса о молитве / Jesus se onderrig oor gebed
Os ensinos de Jesus sobre a oração
INTRODUÇÃO
a) Ao ver o efeito que a oração produzia em Jesus, os discípulos pediram a Ele que os ensinasse a orar.
Lucas 11:1: “Estava Jesus em certo lugar orando e, quando acabou, disse-lhe um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos.”
b) Jesus atendia ao povo durante todo o dia, e também se desgastava com os hipócritas que o seguiam todo o tempo “para ver se o pegavam em alguma palavra, para o acusar.”
Ao sair dos momentos de oração – que muitas vezes duravam a noite toda – Jesus estava recomposto, alegre e com energia para enfrentar novamente o fardo de Sua vida pública.
Os discípulos devem Ter desejado ardentemente conhecer como desfrutar desta fonte de energia e pediram que os ensinasse a orar.
INTRODUÇÃO
a) Ao ver o efeito que a oração produzia em Jesus, os discípulos pediram a Ele que os ensinasse a orar.
Lucas 11:1: “Estava Jesus em certo lugar orando e, quando acabou, disse-lhe um dos seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar, como também João ensinou aos seus discípulos.”
b) Jesus atendia ao povo durante todo o dia, e também se desgastava com os hipócritas que o seguiam todo o tempo “para ver se o pegavam em alguma palavra, para o acusar.”
Ao sair dos momentos de oração – que muitas vezes duravam a noite toda – Jesus estava recomposto, alegre e com energia para enfrentar novamente o fardo de Sua vida pública.
Os discípulos devem Ter desejado ardentemente conhecer como desfrutar desta fonte de energia e pediram que os ensinasse a orar.
A IMPORTÂNCIA DA OBEDIÊNCIA / THE IMPORTANCE OF OBEDIENCE / LA IMPORTANCIA DE LA OBEDIENCIA / L' importance de l'obéissance / 服從的重要性 / DIE BEDEUTUNG DER OBEDIENCE / Важность послушания / Die belangrikheid van gehoorsaamheid
A IMPORTÂNCIA DA OBEDIÊNCIA
Texto de Referência: Miqueias 1.1-5; 6.6-8
INTRODUÇÃO
O problema do povo a quem Miqueias dirigiu a sua mensagem não era falta de liturgia, mas de uma correta motivação para se adorar ao Senhor. Embora cometesse toda a sorte de injustiças sociais, a geração contemporânea do profeta Miqueias oferecia sacrifícios a Deus, praticando todos os rituais levíticos, mas não sabia o verdadeiro significado do amor a Deus e ao próximo.
I. O LIVRO DE MIQUEIAS
1. Contexto histórico. Miqueias era de Moresete-Gate (Miqueias 1.1,14; Jeremias 26.18), cidade localizada a 32 quilômetros a sudeste de Jerusalém. Miqueias, assim como os demais profetas de Judá, não cita reis do Reino do Norte na introdução de seus oráculos. Seu ministério, porém, aconteceu no período dos reinados "de Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá" (Miqueias 1.1). Essas datas estão entre 750 e 686 a.C., mas a soma desses anos deve ser reduzida significativamente por causa das coo-regências.
O profeta Jeremias afirma que a mensagem de Miqueias foi entregue no reinado de Ezequias (26.18). Considerando os últimos anos de Acaz e os primeiros de Ezequias, Miqueias deve ter profetizado entre 735 a.C. e 710 a.C.
Texto de Referência: Miqueias 1.1-5; 6.6-8
INTRODUÇÃO
O problema do povo a quem Miqueias dirigiu a sua mensagem não era falta de liturgia, mas de uma correta motivação para se adorar ao Senhor. Embora cometesse toda a sorte de injustiças sociais, a geração contemporânea do profeta Miqueias oferecia sacrifícios a Deus, praticando todos os rituais levíticos, mas não sabia o verdadeiro significado do amor a Deus e ao próximo.
I. O LIVRO DE MIQUEIAS
1. Contexto histórico. Miqueias era de Moresete-Gate (Miqueias 1.1,14; Jeremias 26.18), cidade localizada a 32 quilômetros a sudeste de Jerusalém. Miqueias, assim como os demais profetas de Judá, não cita reis do Reino do Norte na introdução de seus oráculos. Seu ministério, porém, aconteceu no período dos reinados "de Jotão, Acaz e Ezequias, reis de Judá" (Miqueias 1.1). Essas datas estão entre 750 e 686 a.C., mas a soma desses anos deve ser reduzida significativamente por causa das coo-regências.
O profeta Jeremias afirma que a mensagem de Miqueias foi entregue no reinado de Ezequias (26.18). Considerando os últimos anos de Acaz e os primeiros de Ezequias, Miqueias deve ter profetizado entre 735 a.C. e 710 a.C.
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